terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Uma mensagem para começar bem a semana! O cão.
Certa vez um cão estava quase morto de sede, parado junto à água. Toda vez que ele olhava o seu reflexo na água, ficava assustado e recuava, porque pensava ser outro cão.
Finalmente, era tamanha a sua sede, que abandonou o medo e se atirou para dentro da água. Com isto, o reflexo desapareceu.
O cão descobriu que o obstáculo - que era ele próprio - a barreira entre ele e o que buscava, havia desaparecido.
Muitas vezes isto acontece em nossas vidas... Em muitos momentos nós estamos parados no meio do nosso próprio caminho. E, a menos que compreendamos isso, nada será possível em direção ao nosso crescimento.
Se a barreira fosse alguma outra pessoa, poderíamos nos desviar, mas nós somos a barreira. Nós não podemos nos desviar - quem vai desviar-se de quem? Nossa barreira somos nós mesmos. Estamos como o cão da estória... Junto da água, quase morto de sede, mas alguma coisa nos impede, alguma coisa nos segura. O que é? É uma espécie de medo, porque a margem é conhecida, é familiar e pular no rio é ir em direção ao desconhecido.
O medo sempre diz: "agarre-se àquilo que é familiar, ao que é conhecido". E as nossas misérias, nossas tristezas, nossas depressões, nossas angústias, nossos complexos, nos são familiares, são habituais. Nós vivemos com eles por tanto tempo e nos agarramos a eles como se fosse um tesouro.
Se você está vivendo um desses momentos em sua vida, Coragem! Lembre-se da estória do cão... Ninguém o está impedindo de seguir, de arriscar, de crescer, de pular na água e matar sua sede. Não há obstáculo que você não possa vencer, se tiver dedicação, determinação, coragem e muita fé em Deus, que está sempre ao seu lado.
domingo, 26 de dezembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
Tema Natal em sala de aula


Projeto Natal
PROJETO Natal
E.M.E.I
Professoras: Vanessa e Flávia
Duração : 1 Mês
I – JUSTIFICATIVA:
Qual a tradição que nossa família possui para comemorar o Natal? Qual a origem desta tradição? E as origens das peculiaridades desta festa, como as meias na lareira, o pinheirinho, a bola de enfeite, o canto do galo, as castanhas, a troca de presentes, o presépio? Qual o significado histórico/religioso do Natal?
Este projeto surgiu ao pensarmos no tema Natal, no quanto ele pode ser atrativo para as crianças, nas questões acima e em tantas outras que poderão surgir na busca de respostas às mesmas. Pretende-se conduzir uma série de atividades que facilitem a aquisição e construção de conhecimentos das tradições de Natal pelos alunos de forma participativa, descontraída , buscando integrar a perspectiva de diversas áreas envolvendo aspectos históricos, sociais, culturais, biológicos, comerciais, etc.
II- Conteúdos:
1. CONTEÚDOS CONCEITUAIS:
• Saber sobre a origem da data, quem foi Jesus?
• Reconhecer a importância das boas ações para nossa vida.
• Compreender a importância do nascimento de Cristo para a Humanidade, e o que ele nos ensinou.
• Conhecer os significados dos vários símbolos natalinos:
- Por que na ceia de Natal sempre há castanhas? (Ciências)
- Por que Papai Noel usa roupas de inverno? (Geografia)
- Por que as pessoas trocam presentes no Natal? (História Religiosa)
- Por que tem gente que como peru no Natal? (História)
- Qual o significado dos enfeites como pinheirinho, bolas de vidro, neve, presépio, meia na lareira, etc? (História)
- Qual pode ser o motivo dos "amigos-secretos" entre os familiares? (Economia)
- E os contos, filmes, sobre o Natal ?... Que tal ler, assistir, discutir, escrever sobre eles
• Perceber a importância de se estar junto de quem se ama, confraternizando e compartilhando do verdadeiro espírito de Natal!
2. CONTEÚDOS PROCEDIMENTAIS:
• Ouvir histórias, poesias e textos informativos relacionados ao tema.
• Realizar atividades que proporcionem a confraternização, o construir conjuntamente.
• Observar as diversas tradições de comemorar o natal pelo mundo, inclusive dos países não Cristãos.
• Analisar as comemorações das famílias dos alunos e discutir sobre as diferenças.
• Ouvir músicas, assistir a vídeos que tratem do tema.
• Construir presentes artesanais que serão trocados nos amigos-secretos.
• Confeccionar enfeites para a árvore da Emei.
• Realizar atividades diversificadas que envolvam todas as áreas do conhecimento.
3. CONHECIMENTOS ATITUDINAIS
• Que a criança saiba que o natal representa o amor de Jesus, e a importância de suas mensagens para melhorar o mundo em que vivemos.
• Que perceba o verdadeiro significado de praticar boas-ações e continue a fazê-las todos o dias de sua vida.
• Participar de momentos de união que os socializem e os marquem para sempre positivamente.
• Ser um agente multiplicador de conhecimentos sobre
• Valorizar a família,
• Desvencilhar o natal do comercial, da necessidade do presente.
II – OBJETIVOS GERAIS:
• Incentivar a criança e o jovem a vivenciar o amor e o respeito pelas pessoas;
• Valorizar a convivência familiar, a vivência do amor entre as pessoas;
III- ETAPAS PREVISTAS
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
• Leitura de textos, histórias poesias que falem sobre o assunto.
• Produção coletiva de pequenos textos.
• Escrita espontânea.
• Cruzadinhas, caça-palavras.
• Atividades com alfabeto móvel.
• Atividades diversificadas envolvendo a escrita de palavras significativas sobre o assunto estudado.
MATEMÁTICA
• Situações-problema envolvendo o tema.
• Estatísticas (quantos países comemoram o natal, quantos não comemoram).
NATUREZA E SOCIEDADE
• Observação do ciclo da água.
• Conversa sobre o desperdício da água nas diversas situações cotidianas.
• Experiências diversas com a água nos estados : sólido/líquido/gasoso.
• Passeio ao redor da escola observando a ação da chuva no bairro e a ocorrência de esgoto a céu aberto.
• Vídeos que abordam o tema.
• Pesquisa sobre as comemorações do Natal pelo mundo e suas peculiaridades.
ARTES VISUAIS
• Desenho livre e de observação.
• Recorte e colagem
• Dobraduras
• Releitura de obras de arte
• Modelagem com areia e argila
• Técnicas de pintura.
• Confecção de caixinhas para a troca de presentes.
• Confecção dos enfeites da árvore.
• Confecção dos tsurus pelas professoras ( 20 cada)
MÚSICA E MOVIMENTO
• Atividades diversas , músicas e cantigas relacionadas ao tema.
• Cd especial de natal (gravado especialmente para a data)
• Corais de músicas natalinas
AVALIAÇÃO
• Hora social e/ou exposição de trabalhos.
• Carinha das crianças.
DESENVOLVIMENTO
1ª Etapa
• Fazer um levantamento com as crianças sobre o que sabem sobre o natal, relatando também como é comemorado o natal em sua casa, Se na família de alguma criança não possuir esta tradição, questionar os motivos deste fato.
• Assistir o vídeo sobre o nascimento do menino Jesus, e depois construir o presépio junto de cada professora,
2ª Etapa
• Cada professora confeccionará 20 tsurus e fará um pedido de natal, ou um agradecimento com a turma depois de conhecerem a lenda japonesa.
• Pindurar os Tsurus pela escola.
• Cada turma criará um cartaz do seu gosto com uma mensagem de natal criada pela turma para enfeitar as paredes do pátio.
• Cada professora encherá 20 bexigas para enfeitar a escola na semana do natal.
• Cada turma será responsável por confeccionar 10 enfeites para a árvore de natal, de acordo com as sugestões. (Ver final do plano).
3ª Etapa
• Apresentar no final do projeto (dia da confraternização final), ou uma música, dança ou peça de teatro.
• Cada turma fará um pequeno painel com atividades feitas durante o projeto para exposição.
• Fazer uma oficina com as crianças de confecção de caixinhas de presentes, que serão pintadas por eles e com balas, e serão trocadas através de amigo-secreto. Trocar bilhetes também.
Sugestão de coro-falado:
NASCE JESUS
(Para três crianças)
1 - Nasce Jesus, fonte de luz,
descem os anjos cantando,
2 - Nasce Jesus, fonte de luz!
Trevas vem pois dissipando.
Nasce Jesus, fonte de luz!
Rompe as cadeias do forte,
raia o dia da salvação,
triunfante vem!
3 - Salve Jesus! Ó firma teu justo império
grato louvor os homens e os anjos dêem!
Todos: Nasce Jesus, fonte de luz!
Oh, glória a Deus nas alturas!
Paz na terra aos homens,
a quem quer ele bem!
DEUS NOS AMOU
1 - Deus nos amou e nos mandou
Cristo seu filho querido!
Deus nos amou e nos encarnou!
Vede o menino nascido!
2 - Deus nos amou! Deus no amou!
Digam-no todos os povos!
Gozam paz e salvação
todos os que crêem!
3 - Reino bendito! Reino de amor divino!
Eis que as nações resgate por Cristo têm!
A MENSAGEM DE AMOR
JUNTAS:
Todas as belezas,
Que há na terra e céus,
para nosso encanto,
criou-se nosso Deus.
1ª criança - (com uma cestinha de flores)
Deu à flor mimosa,
cores de encantar,
deu ao passarinho,
seus cânticos sem par.
2ª criança - (com uma cestinha de frutas).
Da invernia o vento,
céu azul, verão,
as maduras frutas
nos vem de sua mão.
3ª criança - (com uma Bíblia na mão).
Deu-nos a santa lei,
salmos de louvor;
mandou os profetas
falar do seu amor.
Mas o homem surdo
não deu atenção,
nem amou, seu criador,
em seu coração.
4ª criança - (com uma grande estrela dourada ou prateada).
Deus mandou seu filho,
do alto raiou a luz;
Jesus rendeu a vida,
morreu por nós na cruz.
JUNTAS:
Cantem nossas almas,
hinos de louvor
pelas grandes bênçãos,
que mostram seu amor.
Sugestões de lendas e contos:
Flor da noite de Natal
Conta a lenda que uma camponesa olhava do lado de fora de uma igreja as pessoas oferecendo presentes ao Menino Jesus. Ela se sentia triste, pois não tinha nada para homenagear. Então um anjo apareceu e lhe disse: "Apanhe algumas plantas que crescem ao lado da estrada e oferece como presente."
Ela aceitou o conselho e apanhou uma porção de folhas de poinsettia verdes e as levou para dentro da igreja. As pessoas da congregação riram quando a viram entrar com suas roupas maltrapilhas carregando um punhado de ervas daninhas. Envergonhada e ruborizada diante da situação, conforme seu rosta ficava vermelho, um fenômeno aconteceu: as folhas mudaram de cor, tornando-se em vermelho sangue, transformando-se em lindíssimas flores. As pessoas ali presentes ficaram extasiadas com o fato.
Esta flor, conhecida como "bico-de-papagaio", tem o nome científico de Poinsettia, uma homenagem ao seu descobridor Dr. Poinsett. Ele a encontrou no México em 1828, e é chamada por "Flor da Noite Feliz".
A explicação científica para a mudança de cor, se dá pela reação da planta exposta a luz durante muito tempo.
A última árvore de Natal
Um antigo conto de Natal
Eu vi um caminhão cheio de árvores de Natal
E cada uma tinha uma estória prá contar,
O motorista colocou-as numa fileira
Esperando que as pessoas as viessem comprar.
Ele pendurou umas luzinhas brilhantes
E uma placa em que se podia ler
"ÁRVORES DE NATAL"
e em vermelho escrevia
"ÁRVORES DE NATAL PARA VENDER"
Ele se serviu de chocolate quente
Numa garrafa térmica fumegante,
E assim começou a nevar
Enquanto uma família estacionava esfuziante.
Uma mãe, um pai, e um menininho
Pararam o carro, rapidinho
Vieram caminhando e começaram a procurar
A perfeita árvore para se decorar.
O garotinho ia na frente,
com seu olhar reluzente, a exclamar:
"Elas têm cheiro de Natal, mamãe!
Sinto cheiro de Natal em todo lugar."
"Vamos comprar uma árvore de quilômetros de altura!
A maior que pudermos encontrar!
Uma árvore que encoste no teto!
Uma que nem dê para carregar!"
"Uma árvore tão grande
Que até mesmo o Papai Noel, quando olhar,
Vai se admirar:
"Esta é a árvore mais bela
Que já vi neste Natal!"
Para achar o pinheirinho perfeito
Procuraram com muita prontidão
Aqui e ali, e até mais de uma vez,
O papai examinou e balançou mais de seis!
"Mamãe, mamãe eu achei, eu achei!
O pinheirinho que mais gostei!
Tem um galhinho quebrado
Mas que pode ficar disfarçado."
"Do anjinho da vovó tiraremos o pó
E lá no alto esperando
Ficará nos guardando.
Poderemos comprá-la? Por favor, por favor!
Pediu com fervor."
"Que tal tomarmos chocolate quente?"
Perguntou o vendedor indulgente.
Enquanto abria a garrafa para aquela gente.
"Isto sim vai aquecer o ambiente!"
Em três pequenos copos de papel
Ele serviu o chocolate espumante,
Enquanto brindavam, esperançosos,
Por mais um Natal esfuziante.
"Você escolheu certinho", disse ele,
"Este é realmente o melhor dos pinheirinhos".
Mas o garotinho estava agoniado,
Pois o preço, para o pai, era muito elevado.
"Feliz Natal"disse o homem,
Amarrando o pinheirinho com um cordão.
"A árvore é sua com uma condição:
Manter uma promessa de Natal."
"Na noite de Natal,
Quando for deitar e rezar,
Prometa no seu coraçãozinho guardar
O encanto do Dia de Natal!"
"Agora corra para casa!
Pois este vento gelado
Suas bochechas têm queimado.
E peça ao papai para com todo cuidado
Enfeitá-la com os ornamentos comprados.
E que, no fim da empreitada,
Mate-lhe a sede, coitada!"
E assim foi com o vento zunindo
Durante toda a noite gelada.
Tendo o homem dado árvore,
Após árvore,
Após árvore...
Para cada pessoa que apareceu,
Brindou com o chocolate espumante
Nos pequenos copos, tão quentes,
Para manter aconchegante o ambiente.
Quem jurou manter a promessa
De guardar no coração o encanto do Natal,
Saiu na noite contente
Cantando canções alegremente.
E quando tudo acabou
Só uma árvore restou:
Mas ninguém estava lá
Para esta árvore adotar.
O homem que vendia árvores, então,
Vestiu seu grosso casacão
E partiu para a floresta
Com a última árvore da festa.
Ele deixou o pinheirinho
Perto de um pequeno riachinho.
Para que as criaturas, sem pousada,
Pudessem fazer dela sua morada.
Ele sorria enquanto tirava os flocos de neve
Que na sua barba encontrava.
Foi aí que de trás de um arbusto
Uma rena quase lhe pregou um susto.
Olhou para ela e sorriu.
Fazendo um carinho na grande criatura,
Pensou com brandura:
"Parece que o Natal chegou novamente!."
"Ainda temos muito chão,
E muitas coisas por fazer!
Vamos para casa, amigo, trabalhar
Neste Natal que vai começar.
Ele olhou para o céu,
Ouviu os sinos a tocar,
E, num pestanejar...
O vendedor já não estava mais lá!
SUGESTÕES DE ENFEITES PARA A ÁRVORE DE NATAL
1. Bolas de Isopor grande enfeitadas ao gosto de cada turma
2. Artesanatos em geral
3. anjinhos
4. botinhas de Eva
5. cartões de natal
6. papais-noéis
7. estrelinhas cobertas com glíter
Você também poderá gostar de:
Atividades Natal Atividades Natal Natal Árvore de Natal
domingo, 11 de julho de 2010
MÚSICAS INFANTIS
Dona Felicidade (Eliana)
Esta página se destina a ofertar a todas as crianças um repertório de melodias em formato midi, além de atender a pedidos de educadoras. Pedimos a todos que nos ofereçam suas sugestões musicais e nos ajudem com nomes dos autores, pois não temos meios de sabê-los sem muitas pesquisas. Os midis aqui inseridos podem sofrer alterações se acharmos que os arranjos devam ser melhorados!
Como podem ver, eu não sei o nome da maioria dos autores de músicas infantis, também pudera, são melodias bem antigas e tradicionais. De qualquer forma, quem souber o nome de algum dos autores destas canções, eu ficaria muito grato se me informasse.
Sementes do Amanhã
Erasmo Carlos
Cinco Patinhos
Xuxa
Que é de Valentim
Popular
O Girassol
Vinicius de Moraes
O Filho Que Eu Quero Ter
Vinicius de Moraes
O Leão
Vinicius de Moraes
No Arraial da Bicharada
Folclore Infantil
Sapo Jururu
Folclore Infantil
Massa,Massa Barro
Folclore Infantil
De Abóbora Faz Melão
Folclore Infantil
Ao Passar da Barca
Folclore Infantil
Chiquinho Caiu no Poço
Folclore Infantil
O Sapo Não Lava o Pé
Folclore Infantil
Bambalalão
Folclore Infantil
A Canoa Virou
Folclore Infantil
Gatinha Parda
Folclore Infantil
O Meu Galinho
Folclore Infantil
Cores do Vento
Tema infantil
A Pequena Sereia
Tema infantil
Bagunça no Acampamento
Tema infantil
Eu Quero Mais é Ser Rei
Tema infantil
Entre as Flores
Tema infantil
Sobre Os Encantos de Um Céu Azul
Tema de Bailado
Dei o Meu Coraçãozinho
Cantiga de Primeira Comunhão
O Meu Coração é Só de Jesus
Cantiga de Primeira Comunhão
Mãezinha do Céu
Cantiga de Coroaçao
Gotinhas de Luz
Geraldo Magela
Coelhinho da Páscoa
Eliana
A Árvore da Montanha
Folclore
Bife
tradicional
Bem-te-vi
tradicional
Frei Anselmo
Pesquisando
Berceuse
Brahms
Canção da Criança
Francisco Alves
Ursinho Pimpão
pesquisando
O Cravo Brigou com a Rosa
Heitor Villa Lobos
Canção do Exército
Letra:Maj. Alberto Augusto Martins.Música: Teófilo de Magalhães
Oh Suzana
Folclore Americano
Pai Francisco
pesquisando
Tim Tim
pesquisando
Atirei o Pau no Gato
pesquisando
Fui no Tororó
pesquisando
Twinkle
pesquisando
Terezinha de Jesus
pesquisando
Ciranda, Cirandinha
pesquisando
Ai, Eu Entrei na Roda
pesquisando
Roda, Pião
pesquisando
Onde Está a Margarida
pesquisando
Nesta Rua
tradicional
Meu Limão Meu Limoeiro
tradicional
Dona Felicidade (Eliana)
Esta página se destina a ofertar a todas as crianças um repertório de melodias em formato midi, além de atender a pedidos de educadoras. Pedimos a todos que nos ofereçam suas sugestões musicais e nos ajudem com nomes dos autores, pois não temos meios de sabê-los sem muitas pesquisas. Os midis aqui inseridos podem sofrer alterações se acharmos que os arranjos devam ser melhorados!
Como podem ver, eu não sei o nome da maioria dos autores de músicas infantis, também pudera, são melodias bem antigas e tradicionais. De qualquer forma, quem souber o nome de algum dos autores destas canções, eu ficaria muito grato se me informasse.
Sementes do Amanhã
Erasmo Carlos
Cinco Patinhos
Xuxa
Que é de Valentim
Popular
O Girassol
Vinicius de Moraes
O Filho Que Eu Quero Ter
Vinicius de Moraes
O Leão
Vinicius de Moraes
No Arraial da Bicharada
Folclore Infantil
Sapo Jururu
Folclore Infantil
Massa,Massa Barro
Folclore Infantil
De Abóbora Faz Melão
Folclore Infantil
Ao Passar da Barca
Folclore Infantil
Chiquinho Caiu no Poço
Folclore Infantil
O Sapo Não Lava o Pé
Folclore Infantil
Bambalalão
Folclore Infantil
A Canoa Virou
Folclore Infantil
Gatinha Parda
Folclore Infantil
O Meu Galinho
Folclore Infantil
Cores do Vento
Tema infantil
A Pequena Sereia
Tema infantil
Bagunça no Acampamento
Tema infantil
Eu Quero Mais é Ser Rei
Tema infantil
Entre as Flores
Tema infantil
Sobre Os Encantos de Um Céu Azul
Tema de Bailado
Dei o Meu Coraçãozinho
Cantiga de Primeira Comunhão
O Meu Coração é Só de Jesus
Cantiga de Primeira Comunhão
Mãezinha do Céu
Cantiga de Coroaçao
Gotinhas de Luz
Geraldo Magela
Coelhinho da Páscoa
Eliana
A Árvore da Montanha
Folclore
Bife
tradicional
Bem-te-vi
tradicional
Frei Anselmo
Pesquisando
Berceuse
Brahms
Canção da Criança
Francisco Alves
Ursinho Pimpão
pesquisando
O Cravo Brigou com a Rosa
Heitor Villa Lobos
Canção do Exército
Letra:Maj. Alberto Augusto Martins.Música: Teófilo de Magalhães
Oh Suzana
Folclore Americano
Pai Francisco
pesquisando
Tim Tim
pesquisando
Atirei o Pau no Gato
pesquisando
Fui no Tororó
pesquisando
Twinkle
pesquisando
Terezinha de Jesus
pesquisando
Ciranda, Cirandinha
pesquisando
Ai, Eu Entrei na Roda
pesquisando
Roda, Pião
pesquisando
Onde Está a Margarida
pesquisando
Nesta Rua
tradicional
Meu Limão Meu Limoeiro
tradicional
domingo, 13 de junho de 2010
atividades de alfabetização 2
Origem da Festa Junina
Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).
Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.
Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.
Festas Juninas no Nordeste
Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.
Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.
Comidas típicas
Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.
Tradições
As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.
No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.
Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.
Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.
A fogueira e os rojões
Uma lenda católica conta que Isabel, prima de Maria, mãe de Jesus, na noite do nascimento de João Batista, acendeu uma fogueira para avisar a novidade à Maria. Por isso a fogueira é um elemento fundamental da festa e costuma ser acesa às 18h, hora da Ave Maria. Na festa de Santo Antonio, a fogueira tem formato quadrangular; na de São Pedro, triangular e na de São João possui formato arredondado na base, formando uma pirâmide.
Os fogos de artifício eram utilizados na celebração para "despertar" São João e chamá-lo para a comemoração de seu aniversário. O barulho de bombas e rojões podia espantar os maus espíritos. O costume de soltar balões surgiu da idéia de que eles levariam os pedidos dos devotos aos céus e a São João. Essa prática foi proibida devido ao alto risco de os balões provocarem incêndios.
A cerimônia de levantamento do mastro de São João é chamada de "Puxada do mastro". Além da bandeira de São João, o mastro pode ter as de Santo Antonio e São Pedro.
Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).
Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.
Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.
Festas Juninas no Nordeste
Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.
Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.
Comidas típicas
Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.
Tradições
As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.
No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.
Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.
Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.
A fogueira e os rojões
Uma lenda católica conta que Isabel, prima de Maria, mãe de Jesus, na noite do nascimento de João Batista, acendeu uma fogueira para avisar a novidade à Maria. Por isso a fogueira é um elemento fundamental da festa e costuma ser acesa às 18h, hora da Ave Maria. Na festa de Santo Antonio, a fogueira tem formato quadrangular; na de São Pedro, triangular e na de São João possui formato arredondado na base, formando uma pirâmide.
Os fogos de artifício eram utilizados na celebração para "despertar" São João e chamá-lo para a comemoração de seu aniversário. O barulho de bombas e rojões podia espantar os maus espíritos. O costume de soltar balões surgiu da idéia de que eles levariam os pedidos dos devotos aos céus e a São João. Essa prática foi proibida devido ao alto risco de os balões provocarem incêndios.
A cerimônia de levantamento do mastro de São João é chamada de "Puxada do mastro". Além da bandeira de São João, o mastro pode ter as de Santo Antonio e São Pedro.
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